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Responsabilidade civil no comércio eletrônico

pela efetivação deste trabalho é que o comércio eletrônico é resultado
do surgimento e evolução da internet que, ao longo dos anos, tem influenciado mudanças ou transformações
em termos de costumes e hábitos de bilhões de pessoas, inclusive no Brasil. Dentre as várias mudanças que
influenciou, estão as relações de consumo em que, por meio do uso de computadores e outros meios
eletrônicos, novas formas de negociação de produtos e serviços têm sido alteradas, fazendo surgir o
comércio eletrônico ou e-commerce. Ficou claro também que o Brasil seguiu e continua seguindo esta
tendência global, e o comércio eletrônico torna-se uma realidade para milhões de pessoas e movimenta
bilhões de reais. Neste sentido, tem-se então justificada a preocupação com a forma como se devem
interpretar as normas já existentes nos instrumentos legais para a regulação das atividades que acontecem
nos meios digitais, bem como o reconhecimento da necessidade de elaboração de novas regulações com o
objetivo de atender as peculiaridades de um ambiente que tem como uma de suas principais características
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a distância física e a impessoalidade das relações entre as partes envolvidas. Em conclusão, tem-se
evidenciado que a defesa e a proteção do consumidor é um princípio constitucional e que, com a edição da
Lei nº. 8.078/1990, o CDC, do Decreto nº. 7.962/2013 e da Lei nº. 12.965/2014 há mais clareza em termos
de disposições legais acerca de normas, regras e requisitos que regulam o comércio eletrônico na sociedade
brasileira, garantindo-se a defesa e a proteção da parte mais fraca das partes envolvidas neste tipo de
negociação, os consumidores.

Alimentação complementar no domicílio de crianças frequentadoras de creches públicas de Santa Bárbara D´Oeste

Avaliar a introdução da alimentação complementar no domicilio de crianças frequentadoras
de creches, considerando a recomendação do Ministério da Saúde para uma alimentação saudável.
Métodos: Estudo transversal, observacional e descritivo, com 95 crianças na faixa etária de 4 á 24
meses de ambos os gêneros. Utilizou-se 2 instrumentos para avaliar o perfil alimentar e comparar com
a adequação da alimentação do Ministério da Saúde que compõem “Dez passos para uma alimentação
saudável”;Questionário de Critério de Classificação Econômica da Associação Brasileira de Empresas
de Pesquisa (ABEP) e Questionário de Freqüência Alimentar para Crianças (QFAC) validado.
Resultados: População caracterizada por gênero masculino (51,4%) e feminino (47,9%), faixa etária
média de 16 meses, prevalência da classe econômica B/C (68,42%). No perfil de consumo alimentar
observou-se das crianças entre 4-9 meses, 40% consomem bebidas lácteas, 50% carnes e ovos e
21,43% alimentos fritos, 7,14% doces e 64,28% nunca consumiram verduras, na faixa etária de 10-12
meses 50% consomem alimentos fritos, 60% doces, 40% refrigerantes. Crianças >12 meses 8,45%
nunca consumiram verduras, 60,56% consomem refrigerantes, 61,97% alimentos fritos, 46,48%
bebida láctea, 33,80% salgadinhos e 29,58% doces. Conclusão: Verificou- se uma introdução precoce
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de alimentos de uso tradicional e o freqüente consumo de alimentos industrializados, o que não
recomenda pelo Ministério da Saúde.

Caracterização socioeconômica da produção primária da cadeia produtiva da soja no município de Uruçuí-PI

A busca pelo crescimento econômico exacerbado gera consequências que comprometem a qualidade de
vida das pessoas no Planeta. Nas últimas décadas, o agronegócio tem se destacado como mais um
elemento que acentuou os desequilíbrios nas esferas ambiental e social. Nesse cenário, os latifundiários
tradicionais expandiram as suas fronteiras agrícolas para regiões antes não exploradas nessa dimensão: o
Cerrado Piauiense, que teve como carro chefe de exploração o cultivo da soja em grande escala. Assim, a
pesquisa teve como objetivo estudar determinados impactos sociais e econômicos da cadeia primaria de
produção da soja em uma amostra representativa de Unidades Produtoras do Distrito Nova Santa Rosa do
município de Uruçuí-PI. A metodologia do estudo deu-se através de pesquisas bibliográficas especializadas
na temática, associadas à coleta de dados e informações de natureza primária obtidos junto a 55 Unidades
representativas Produtoras de Soja do Distrito Nova Santa Rosa, em Uruçuí-PI. Essas foram divididas em
dois estratos de dimensão. Os dados coletados foram submetidos inicialmente à análise estatística
descritiva, por meio do cálculo de medidas de valor central e de dispersão para as variáveis quantitativas e
foi identificado o espectro dominante das variáveis qualitativas separadamente para cada substrato de
dimensão. Em seguida, realizou-se a Análise de Componentes Principais para conhecer a importância de
cada variável estudada sobre a variância total disponível através da definição dos fatores. Verificou-se que
há uma grande heterogeneidade entre as Unidades Produtoras, a qual concentrou 78,71% da variação total, com destaque para a Superfície Agrária Útil, e a proporção de cereais cultivados, acarretando em
uma variação dos gastos variáveis. Genericamente, pode-se constatar que há uma variedade de
diferenciação entre os Latifundiários e Mesofundiários, centrando-se, sobretudo, nas vantagens com as
quais aqueles operam, relativamente a estes. A pesquisa caracterizou-se por indicativos de crescimento
econômico exógeno. Identificou-se a atuação de uma empresa multinacional, que monopoliza a
comercialização de grãos no Distrito.

Engenharia e geotecnia: princípios fundamentais

ESTUDO DA CAPACIDADE DE SUPORTE DA ESTABILIZAÇÃO DE SOLOS PARA PAVIMENTAÇÃO RODOVIÁRIA …………………………………………….. 5
ESTRUTURAS RAMIFICADAS COMO SOLUÇÃO ALTERNATIVA PARA FUNDAÇÕES ………………………………….. 20
DIMENSIONAMENTO DE CONSOLO CURTO DE CONCRETO ARMADO E COMPARAÇÃO DO LIMITE DIMENSIONAL ESTABELECIDO POR NORMA COM RESULTADOS OBTIDOS POR MÉTODO COMPUTACIONAL …………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………… 39
MAXIMIZAÇÃO DA ÁREA DE SUPERFÍCIE EM SISTEMAS RAMIFICADOS………………………………………………….. 58
OBTENÇÃO DE PARÂMETROS GEOTÉCNICOS DE SOLO RESIDUAL DO VALE DO RIBEIRA/SP POR MEIO DE RETROANÁLISE DE RUPTURA …………………………………………………………………………………………………………………… 73
CAPÍTULO 6 …………………………………………………………………………………………………………………………………………….. 91
CARACTERIZAÇÃO GEOLÓGICA-GEOTÉCNICADE MACIÇOS ROCHOSOS MARGINAIS À BR-262……………….. 91
EXECUÇÃO DE ESTABILIZAÇÃO DE ENCOSTA COM CONCEITO SUSTENTÁVEL NA CIDADE DO SALVADOR – BA, FAZENDO USO DA TÉCNICA DE SOLO GRAMPEADO COM FACE VERDE. ………………………………………….. 107
COMPORTAMENTO MECÂNICO DE MISTURAS COM RESÍDUO DE CONSTRUÇÃO E DEMOLIÇÃO DE CONCRETO, CAL VIRGEM E HIDRATADA E SOLO TROPICAL ………………………………………………………………….. 118
UTILIZAÇÃO DO PENETRÔMETRO DINÂMICO PARA ESTIMATIVA DA TENSÃO ADMISSÍVEL DO SOLO DE CASCAVEL-PR, EM FUNÇÃO DO TEOR DE UMIDADE. ……………………………………………………………………………. 129
ESTUDO DO EFEITO ESCALA PARA A DETERMINAÇÃO DA RESISTÊNCIA IN SITU DA CAMADA DE CARVÃO IRAPUÁ NA JAZIDA CARBONÍFERA SUL-CATARINENSE …………………………………………………………………… 145
ESTUDO DA CONDUTIVIDADE HIDRÁULICA DO COMPÓSITO SOLO – CCA …………………………………………….. 188
ANÁLISE DE ESTABILIDADE EM ASSENTAMENTO PRECÁRIO NO MUNICÍPIO DE VITÓRIA – ES ………….. 205
AVALIAÇÃO DA ERODIBILIDADE DE MISTURAS SOLO – RCC PARA CAMADA DE COBERTURA E PROTEÇÃO DE TALUDES ……………………………………………………………………………………………………………………………………………222
ANÁLISE DA INFLUÊNCIA DA SUCÇÃO MATRICIAL NA RESISTÊNCIA À COMPRESSÃO SIMPLES DE UM SOLO SILTOSO ESTABILIZADO COM CAL ………………………………………………………………………………………………. 240
ASPECTOS ESTRUTURAIS DE MUROS DE FLEXÃO REFORÇADOS COM GEOGRELHA ………………………….. 258
A INFLUÊNCIA DOS REFORÇOS POR GEOGRELHA SOBRE A VIDA DE SERVIÇO DE LASTROS FERROVIÁRIOS DE ALTO TRÁFEGO E CARGA  ELEVADA………………………………………………………………………………………………… 274
AVALIAÇÃO DO COMPORTAMENTO MECÂNICO DE SOLO TÍPICO DE MANAUS/AM ADITIVADO COM RESÍDUOS POLIMÉRICOS ………………………………………………………………………………………………………………………. 286
CARACTERIZAÇÃO GEOTÉCNICO DOS MATERIAIS INCONSOLIDADOS DO MUNICÍPIO DE NATAL – RN: SUSCETIBIDADE E RISCO POTENCIAL DE DESLIZAMENTOS E INUNDAÇÕES ……………………………………….. 301
CAPÍTULO 19 …………………………………………………………………………………………………………………………………………. 316
ANÁLISE DA VIABILIDADE TÉCNICA DA ESTABILIZAÇÃO DE SOLOS TROPICAIS COM UTILIZAÇÃO DE FINOS DE PEDREIRA ……………………………………………………………………………………………………………………………… 316
PROPOSTA METODOLÓGICA DE ANÁLISE DE DADOS PARA UTILIZAÇÃO EM SISTEMAS DE MÚLTIPLOS POÇOS, FUNDAMENTADA NO RAIO DE INFLUÊNCIA ……………………………………………………………………………. 330
ANÁLISE DE ESTABILIDADE DE TALUDE DE ÁREA DE RISCO NO BAIXO ROGER EM JOÃO PESSOA/PB ………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………… 344
AVALIAÇÃO DE BARREIRA CAPILAR COM GEOTÊXTIL ASSOCIADO ……………………………………………………….. 358
DURABILIDADE DE GEOTÊXTEIS POR INTEMPERISMO ACELERADO: INFLUÊNCIA DOS FATORES DE DEGRADAÇÃO …………………………………………………………………………………………………………………………………………. 376
AVALIAÇÃO DE PARÂMETROS DE COMPRESSIBILIDADE DE MISTURAS SOLO-CAL ………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………… 389

ESTUDO COMPARATIVO ENTRE FIBRAS NATURAIS E FIBRAS SINTÉTICAS EMPREGADAS COMO REFORÇO DE LATOSSOLOS ……………………………………………………………………………………………………………………………………. 401
CAPÍTULO 26 …………………………………………………………………………………………………………………………………………. 413
SINERGISMO DE DEGRADAÇÃO EM GEOTÊXTEIS: ENSAIOS LABORATORIAIS SOB FLUÊNCIA À TRAÇÃO, TEMPERATURA E INCIDÊNCIA DE RADIAÇÃO ULTRAVIOLETA ………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………. 413
VALIDAÇÃO E ANÁLISE DE SENSIBILIDADE DE ALGORITMO DE INTEGRAÇÃO IMPLEX VIA TÉCNICA DE ELEMENTOS FINITOS COM O MODELO ELASTO- PLÁSTICO DE DRUKER-PRAGER ……………………………… 425
PREVISÃO DE CAPACIDADE DE CARGA DE UMA FUNDAÇÃO EM ESTACA HÉLICE CONTÍNUA APOIADA SOBRE SOLO MOLE: UM ESTUDO DE CASO ………………………………………………………………………………………….. 445
DEGRADAÇÃO DE GEOTÊXTEIS DE POLIPROPILENO EXPOSTOS À INTEMPÉRIES………………………………. 461
SOIL SURVEY: METODOLOGIA INOVADORA, NO BRASIL, ADOTADA PELA CTR-RIO, PARA CONTROLE DE QUALIDADE DA INSTALAÇÃO DE GEOMEMBRANAS ……………………………………………………………………………. 475
ANÁLISE DE RECALQUES MONITORADOS EM CAMPO DE DOIS EDIFÍCIOS COM FUNDAÇÕES EM MACIÇO ROCHOSO DA CIDADE DE CARUARU-PE……………………………………………………………………………………………….. 485
ENSAIOS DE CARACTERIZAÇÃO GEOTÉCNICA E REOLÓGICA DE REJEITO GRANULAR E LAMA DEPOSITADA EM BARRAGEM DE REJEITOS DE MINERAÇÃO DE CARVÃO …………………………………………… 500
CAPÍTULO 33 …………………………………………………………………………………………………………………………………………. 513
ANÁLISE DA VIABILIDADE TÉCNICA DA ESTABILIZAÇÃO DE SOLOS TROPICAIS COM UTILIZAÇÃO DE FINOS DE PEDREIRA …………………………………………………………………………………………………………………………….. 513
MONITORAMENTO CONTÍNUO EM AMBIENTES SUBTERRÂNEOS……………………………………………………….. 527
CAPÍTULO 35 …………………………………………………………………………………………………………………………………………. 541
EXECUÇÃO DE ESTABILIZAÇÃO DE ENCOSTA COM CONCEITO SUSTENTÁVEL NA CIDADE DO SALVADOR-BA, FAZENDO USO DA TÉCNICA DE SOLO GRAMPEADO COM FACE VERDE. ……………………………………….. 541
PREVENÇÃO DE EROSÃO COSTEIRA POR MEIO DE CONTENÇÃO POR ENROCAMENTO: ESTUDO DE CASO NA PRAIA DO MEIO EM NATAL/RN . ………………………………………………………………………………………………………552

CARACTERIZAÇÃO GEOLÓGICO-GEOTÉCNICA DA ENCOSTA “ALTO DE SANTA TEREZA” EM RECIFE / PE ………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………. 569

Gestão da produção em foco: uma abordagem holística (Volume I)

A gestão da produção, também chamada de gerenciamento de operações, tem como principal objetivo o planejamento e controle de processos industriais para garantir que eles se movam sem problemas durante a execução dos processos, garantindo a qualidade e o baixo custo. Essas técnicas de gerenciamento são empregadas tanto em serviços quanto em indústrias de manufatura. Nas operações de fabricação, o gerenciamento da produção inclui a responsabilidade pelo design de produtos e processos, pelas questões de planejamento e controle, que envolvem a capacidade e a qualidade, e também a organização e supervisão da força de trabalho.